Too fast, too furious - versão coreana (com legendas em português)
Eu estava atirando muito bem no treino de ontem, finalmente voltando à minha média de pontuação (~ 272) e vencendo a barreira dos 520. Foi então que o Sato mostrou o vídeo da Park (comentei no post "Perfeição") e tudo mudou.
Ele sugeriu que a gente treinasse a puxada que ela estava fazendo. A grande vantagem é que usa-se muito mais (ou praticamente, apenas) os músculos das costas (o rombóide, pra ser exato) do que o do braço que puxa a corda (o deltóide). Com isso a força do arco é transferida pras costas e a potência do tiro aumenta.
Mas é claro que o simples fato de mudar de técnica tem um efeito drástico no tiro - e os meus começaram a espalhar para a direita (embora, ainda assim, agrupando) - ficando aproximadamente às 16h do alvo.
Claro que dá pra sentir uma diferença incrível - mas também é praticamente recomeçar tudo (coisa que tenho feito demais neste último semestre).
E com isso, velhos vícios voltaram - em particular, o de atirar muito rápido. É verdade também que eu estava me cobrando uma perfeição que simplesmente eu ainda nem tenho condições técnicas ou físicas de conseguir (em especial, pra quem assistiu ao vídeo, dá pra ver que ela arma o arco e não mexe o braço esquerdo). Mas, de qualquer maneira, eu mal estava mirando e já soltando a flecha.
Na 5a-feira, faço meu último treino do ano.
Acredito que consiga segurar mais e mirar melhor - mas a menos que o tiro esteja entrando, não pretendo marcar os pontos - apenas me concentrar na forma.

2 Comments:
Estou louca para começar ou pelo menos ir ver e tentar atirar, sempre que leio teus comentários sinto uma grande motivação , talvez por serem relatos poéticos ....
eu fico feliz com isso! tbm é um incentivo pra mim saber que tem alguém lendo e se interessando...
mas, como vc pode ver, apesar de poéticos tbm tem sua boa dose de suor, frustração e esforço!
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